quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Superando o aborto


Oi, meninas!

     Já peço desculpas pelo título, conteúdo e extensão do post, mas pra dar sequência aos posts de coisas boas e até aqueles mais rabugentos, porém bem humorados, antes eu preciso tocar nesse assunto. Não vou dividir o post em duas partes, por mais extenso que este seja, porque quero contar toda essa história de uma vez pra nunca mais voltar a falar nela (pelo menos dessa forma. Posso até voltar a citar rapidamente). 

     Até porque, exceto nas sessões de terapia, nunca toquei nesse assunto de forma detalhada como vou descrever aqui. Por um longo tempo, foi um bloqueio na minha vida abordar esse tema. Acho que a página até já foi virada, mas pra fechar o livro de vez dessa história triste, vai aqui meu relato. Que sirva de alerta pra quem ainda não engravidou e apoio pra quem já passou por isso.

    Bom, desde que casei o marido já fazia uma certa pressãozinha pra ter filhos. Eu tinha horror só em pensar na ideia. Sempre tive certeza que seria mãe, mas ainda não era o momento. Pressão do marido, da família, de todo mundo e eu nem aí. Mentira. Teve um momento que comecei a me sentir irritada com as piadinhas, mas não era nada que me afetasse tanto.

     Até que viajamos pra comemorar nossas bodas de algodão. Que viagem maravilhosa! Parecia  uma segunda lua-de-mel. Ali, não sei por que, comecei a pensar na possibilidade de engravidar, mas ainda de forma beeem remota sabe? Bem remota mesmo, mas comecei a pensar.

        Eu ainda tinha um DIU de cobre e decidi que quando chegasse de viagem procuraria meu médico pra tirá-lo, fazer os exames e me preparar pra engravidar. Achava que era um processo demorado e por já estar, na época, com quase 31 anos era a hora de começar a tomar as providências, porque se algo desse errado ou eu tivesse algum problema, ainda teria tempo suficiente pra correr atrás. Quando retornei, a primeira surpresa: meu médico que me atendia desde sempre, resolveu virar advogado (sim, advogado haha) e parou de atender. Me indicou uma médica, que ele dizia ser da sua mais alta confiança. Por isso, fiquei tranquila e marquei uma consulta.

       Já na sala de espera do consultório, não gostei muito. Secretária mal humorada, uma certa bagunça no ambiente, mas resolvi ficar. Chegou minha vez de ser atendida, pedi pra ela tirar o DIU e a consulta não levou mais que 15 minutos. Isso porque a médica não me conhecia. Isso porque contei pra ela que aos 26 anos tinha tido um AVC, possivelmente provocado por um trombo por uso da pílula  Diane 35  (a pílula bomba que já matou um monte de gente e que já foi proibida em alguns países!). Mesmo assim, ela nem se preocupou em, pelo menos, investigar, pedir exames complementares, nada. Apenas me pediu os exames de rotina e se despediu.Eu não sabia que o AVC de alguns anos atrás tinha TUDO a ver com minha futura gestação!  Continuem a ler, que vocês vão entender. 

       Ali, eu deveria ter procurado outro médico. Não deveria ter voltado naquela "profissional". Só que pensei "ah ok, GO não precisa ser o melhor dos melhores, não vou me estressar com isso e se não gostar, eu troco depois".  Ledo engano. Primeiro que não contava que poucos dias após de ter retirado o DIU iria engravidar. Sim, surreal! Engravidei de primeira. Quando descobri a gravidez, fiquei muito feliz, óbvio,  mas ao mesmo tempo tensa. Não estava preparada pra ser tão rápido como foi. Meu filho era muito bem-vindo, mas ainda não tinha dado tempo de me preparar psicologicamente pra ser mãe. Ainda tinha muitas coisas e sonhos na cabeça pra realizar antes de ter filho. Era um sentimento conflitante, meio paradoxal. Eu estava muito feliz, mas ao mesmo tempo muito angustiada porque quando tirei o DIU achava que demoraria de uns 6 meses a 1 ano pra engravidar (ninguém tinha me falado isso, mas 'aloka' achava).

     De qualquer forma, a felicidade superava tudo e imediatamente contamos pra família. Só seguramos pra contar pros amigos (só uma amiga minha e um amigo do marido sabiam). Ainda bem! Depois vocês vão entender por quê.

     Bom, no dia seguinte que descobri a gravidez, mandei uma mensagem pra médica avisando da gestação e avisando que marcaria uma consulta. Ela foi extremamente fria na resposta, mas ainda assim eu insisti que ela deveria fazer o acompanhamento pré-natal. Afinal, meu médico desde mocinha tinha indicado essa GO com força.Voltei ao consultório. Se a consulta durou 5 minutos foi muito. Ela me pediu uma ultra quando completasse 6 semanas e se despediu.

      Até completar 6 semanas, tudo andava às mil maravilhas. Conversava com Deus e achava que nem merecia tanta felicidade. Imaginem só! Estava casada, feliz, trabalhando no que eu gostava e ainda por cima tinha acabado de descobrir que era 'fértil no último' (rsrs) e que um filho viria pra abençoar meu casamento. A falta de humanidade e sensibilidade da médica me incomodava sim, mas era tanta coisa boa que estava ao meu redor, que superava esse comportamento dela. 

     Era um tal de receber presente pro neném, marido comprar roupinha, começar a pensar na mudança de apartamento (que era meu sonho), tanta felicidade, que uma médica medíocre era muito pouco pra estragar tudo isso.

     Chegadas as tão esperadas 6 semanas, fui correndo marcar a ultra. Ali começou minha saga. A médica (outra insensível e até meio grossa!) só conseguiu ver o saco gestacional. Nada do embrião. Falou pra voltar em 2 semanas, porque aquilo podia acontecer mesmo. Eu poderia ter tido uma ovulação tardia e estar com menos tempo de gestação. Fiquei triste e preocupada, mas ok. Resolvi esperar mais 2 semanas.

    Quando chegaram as 8 semanas, marquei em outro local. A médica (dessa vez muito sensível e humana), disse, com todo jeitinho e carinho, que a gravidez poderia ter sido interrompida, mas que ainda não era definitivo. Ela até conseguiu ver o embrião, mas não tinha batimento.  Me falou pra esperar mais 1 semana e repetir a ultra. Lembro das últimas palavras dela: "vamos dar mais uma chance a esse bebezinho".

     Saí de lá arrasada. Esperei chegar no carro e desabei a chorar, chorar, chorar. Eduardo contou pra minha sogra, que conseguiu a indicação de um lugar maravilhoso de ultrassonografia (e caro também, mas não me importava!!). Depois de dois dias, fui até lá pra fazer a ultra, com a esperança que tudo estivesse bem, mas no fundo, sabia que tinha acontecido o pior. Dito e feito: a médica disse que meu bebê tinha morrido, parado de se desenvolver. Ela conversou comigo, disse que o mesmo tinha acontecido com ela e que depois de 6 meses ela já estava grávida novamente, mas nada me consolava. Comecei a chorar ali mesmo no laboratório, na frente de todo mundo,

      Liguei pra minha GO  na hora e ela disse que acontece, que a natureza tratou de descartar um ser mal formado e me mandou esperar porque o meu próprio organismo ia tratar de expelir o embrião. Foi a ÚLTIMA vez que falei com ela. Meu aborto foi retido. Mandava mensagens pra ela preocupada com medo de ter uma infecção. Até hoje (já tem mais de 1 ano!), ela não me respondeu.

     Em meio a todo o caos psicológico que a perda do bebê havia gerado, eu estava sem assistência médica! Não tinha a quem recorrer, porque meu médico de toda uma vida havia abandonado a profissão e minha GO não estava nem aí pra mim. Se eu pegasse uma infecção e morresse, dane-se.

    Uma sensação de impotência, desespero, fracasso tomou conta de mim. Não queria ver ninguém, falar com ninguém, E pra piorar, fisicamente, o problema não estava resolvido porque o embrião ainda estava dentro de mim.

      Meu marido, que também estava arrasado, teve que ser forte pra tentar me cercar de todo o apoio e distrações possíveis. Conseguiu a indicação de uma terapeuta e marcou uma viagem para o final de semana. Nós, por TOTAL falta de assistência e orientação, já que a médica havia me abandonado,  achávamos que uma viagem para a serra me faria bem, nos faria bem. Isso já tinha 1 semana e 1 dia que tinha recebido a notícia de que o embrião não se desenvolvera. Estávamos literalmente de malas prontas e hotel reservado para viajar, quando o telefone tocou.

    Era uma amiga da minha sogra, muito amiga nossa também, da família. Viu Eduardo crescer e o trata como filho. Ela sabia da gravidez e da perda e sempre comentou que tinha uma GO excelente. Por isso, minha sogra, que estava viajando naquele período, ligou pra ela e pediu ajuda. Pediu para que ela ligasse para a médica dela e explicasse a situação.

     Aí que começa o agir de Deus nessa história toda. A GO dela, que nunca tinha me visto na vida, falou que queria me ver naquele mesmo dia, pra eu parar tudo que estava fazendo e ir ao consultório e não viajar de jeito nenhum. Fui lá com Eduardo.

     Essa anja, que se chama Dra Célia Regina da Silva (até hoje e para sempre, minha médica), me colocou na frente das pacientes dela, e levou umas 2 horas na consulta. Me explicou que eu jamais poderia viajar porque poderia ter uma infecção ou porque o aborto poderia acontecer e talvez tivesse hemorragia. Na primeira consulta, já pegou TODO meu histórico e já me explicou as possíveis causas da perda do bebê. Falou que iria investigar trombofilia por causa do AVC. Falou que eu jamais poderia ter tomado a Diane 35 com meu histórico. Traçou o histórico familiar. E deu 2 dias como prazo final para o organismo expelir o embrião e os restos gestacionais. Caso contrário, na segunda-feira (a consulta foi numa sexta), ela faria uma AMIU (aspiração manual intra uterina).

     No sábado pela manhã, quando acordei, o organismo começou a trabalhar. Comecei sangrando normal, mas depois comecei a sangrar muito. O sangramento virou hemorragia séria. Minha casa parecia cenário de guerra. Um horror. E o mais triste era a cada sangramento ter a consciência de que era meu filho se esvaindo, indo embora e eu sem poder fazer nada. Já estava devastada psicologicamente e ainda por cima tive que lidar com esse sofrimento físico.

      Ligamos para a Dra Célia e ela disse pra observar, mas que se continuasse pra ligar pra ela. Ela nem me conhecia direito, mas fez jus ao juramento da formatura de medicina. Estava preocupada em salvar uma vida e assim ela fez. Meu sangramento aumentava e não parava e a Dra Célia me orientou a ir a uma maternidade.  Meu Deus! É muito estranho e triste ir a uma maternidade numa situação dessas. Chegando na maternidade, o sangramento não parava e os restos gestacionais ainda não tinham saído por completo. Então, não teve jeito: eu tinha que ser submetida a uma curetagem de emergência. Caso contrário, poderia até morrer.

       Fiz a curetagem, o sangramento parou, mas fiquei com uma anemia severa. No dia seguinte fui liberada pra casa. E quando voltei pra casa é que caiu a ficha completa. Entrei num processo depressivo, em que não queria falar com ninguém, não queria ver ninguém, só chorava. Não podia ver mulher grávida e muito menos bebês, que eu tinha tristeza e um pouco de raiva misturada com frustração e sentimento de fracasso. Muito louco e cruel esse sentimento, o que me levava a sentir culpa,  mas a terapeuta me confortava e dizia que era absolutamente normal. Gestantes e nenéns 'iluminavam', 'colocavam um holofote' no meu problema. Em outras palavras, mexiam na ferida e tudo que eu não queria era olhar e sentir essa ferida.

      Uma sensação horrorosa deste período foi aguentar as pessoas que sabiam da gravidez, encará-las. Sei que é bobagem e que todos estavam ali chateados, querendo me dar apoio. Só que eu não queria apoio nenhum. Queria me isolar, ficar sozinha. Fora isso, fiquei com um sentimento de fracasso absurdo. Fracasso de não ter tido saúde pra levar minha gravidez adiante, misturada com vergonha e impotência. BOBAGEM! Besteira!! Hoje eu sei de tudo isso, mas na época estava tão fora de mim, que não entendia assim.

      Além disso, comecei a ficar agressiva. Principalmente, com o Eduardo. Acho que descontei nele porque era a pessoa mais próxima e no meu inconsciente louco da época, achava que eu estava sofrendo mais que ele. Afinal, o bebê tinha saído da minha barriga e não da dele. Coitado, ele fez aniversário neste período e foi horrível. Ele tentava me dar apoio, mas não tinha ninguém pra dar o apoio pra ele.

    Fiquei isolada e agressiva por uns bons meses. O pior é que tinha que continuar trabalhando, tinha evento pra montar e ninguém tinha nada com isso, As pessoas me contrataram e eu tinha que ser profissional e entregar o evento da melhor forma. Como foi difícil! Primeiro porque a minha vontade era simplesmente ficar na cama chorando o tempo todo, segundo porque se já não queria ver gente próxima, imagina gente estranha! E ainda por cima, ser profissional e ter que sorrir e sonhar junto com a pessoa. Foi muito ruim.

     Só que os meses foram passando e tudo começou a se acalmar. Comecei a ter vontade de reagir, de ver as pessoas próximas, de sair. Comecei a fazer a bateria enorme de exames que a Dra Célia me pediu e bingo! Ela estava certa! Tenho um problema de coagulação no sangue, que não chega a ser trombofilia, mas exige cuidados especiais. Se eu soubesse disso antes, não teria tido o AVC e muito menos abortado, mas acredito que nada é por acaso e tudo tem uma razão de ser nessa vida.

        A descoberta desse problema, em vez de me deixar desesperada, me deixou tranquila. A Dra Célia NUNCA falou pra mim que era normal perder filho. Poderia sim ser uma má formação, sei que acontece com 20% das primeiras gestações e blá blá blá, mas...poderia ser algum problema meu e teria que ser investigado. Ou até do Eduardo. Por que não? E era um problema meu. Imagina se eu tivesse engravidado novamente sem saber disso? Continuaria perdendo filho sem nem saber por quê.

           O tempo passou, fiz outros exames, mas ainda estava, de alguma forma, sob o efeito da perda. Hoje, olhando pra trás, vejo que ainda não estava completamente curada. Tem mulheres que superam rápido, já tentam engravidar novamente de imediato e levam suas vidas com a máxima normalidade desde o início. Comigo não foi assim. Fiquei uns 6/7  meses no meu luto e quase 1 ano até voltar ao normal. Claro que não fiquei esse tempo todo chorando na cama, mas de certa forma a perda tinha deixado algumas marcas ruins no meu comportamento. A rispidez nas palavras com as pessoas próximas, o tom agressivo de falar. Eu não tinha voltado ao normal e meu casamento sofreu com isso. O pior e mais doido é que eram atitudes inconscientes. Se as bodas de papel e algodão tinham sido mágicas, as de trigo foram muito mais ou menos. Comemoramos,trocamos presentes, claro, mas o desgaste e sofrimento dos últimos meses fez com que a comemoração fosse estranha. Não sei se estranha é a palavra certa, mas foi diferente do que estamos acostumados, diferente do casal que sempre fomos.  Uma crise? Não sei. Pode até ser.

        E como superei e superamos tudo isso? Através de Deus. Quem me conhece, sabe que sempre fui muito apegada a Deus, mas distante da igreja. E na boa, a gente tem que fazer parte da igreja, tem que frequentar. O casal tem que orar junto. Estou falando isso sem 'carolice' e fanatismo. Muito menos querendo impor minhas crenças a quem quer que seja. O que falo é: se você acredita em alguma coisa, tem alguma religião, seja judaísmo, catolicismo, budismo ou qualquer religião que seja, apegue-se a isso e não permita que sua família se afaste do que você acredita, do seu Deus. Só assim pro casal se proteger e ter forças pra enfrentar qualquer provação.

       Hoje estamos grávidos novamente, com Deus ao centro de nossa família e na fé e esperança de que tudo dará certo, pois em breve, nossa Manuela (significado: "Deus conosco") estará chegando a esse mundo.

       Você que passou por isso recentemente ou está passando agora, fique tranquila. Toda essa dor vai passar. Só faça uma força para não descontar nas pessoas que mais ama esse sofrimento. E uma dica: perder filho não é normal. Pode até ser comum na primeira gestação, mas normal não é. Portanto, se seu médico disse isso, procure uma segunda opinião de um médico experiente e conhecido. A nossa tranquilidade não tem preço. Pra você que está pensando em engravidar, pergunte tudo ao seu médico, fale sobre trombofilia (muitas mulheres tem e não sabem nem do que se trata) e outras investigações não muito comuns. Peça uma investigação detalhada de você. Se o médico se recusar, troque de médico. Simples assim. Engravidar com o coração em paz não tem preço.

         E nunca esqueçam: Deus é o melhor remédio e o tempo é o segundo melhor.


Super beijo!

9 comentários:

Cris disse...

Nossa que médica era essa? Nem pode ser assim chamada, mas graças a Deus vc encontrou uma médica boa... e graças a Deus está grávida e esperando a Manuela...
Parabéns pela princesa...
Eu estou nos preparativos para engravidar e vou sim perguntar a médica sobre trombofilia... Bjos

Gessica Morais (Kinha) disse...

Nossa me emocionei com seu relato, muito verdadeiro, sincero e esclarecedor. Tenho certeza que esse post pode ajudar muita gente, parabens pela coragem de se abrir dessa maneira e muita saude para você e para a Manuela!
Beijo
;)
www.umalindapromessa.com

Gabriela Rodrigues disse...

Má!!!! Li tudo e entendo seu sofrimento, apesar de nunca ter passado por algo assim!!!
Graças a Deus vc teve apoio de sua família, do seu marido, e dessa nova médica que apareceu na vida de vcs!!! As crises vem e vão no casamento, umas mais leves outras mais tensas, mas como vc mesma disse, vcs dois juntos passaram por isso e agora com certeza estão mais fortes!!!
Sinto muito pelo que aconteceu com o seu primeiro anjinho, muito mesmo =(
Mas a Manu chegou e terá pais maravilhosos, uma mãe linda e forte!!!
Adoro vc Má....beijo grande!!!

Coisas de Tássia disse...

Imagino que não deve ser fácil falar disto aqui. Concordo com você. Também imagino que este momento de luto deve ser dificil mas que bom que você teve o apoio do marido. Minha ex chefe passou pelo mesmo problema que você porém antes de saber o que tinha (pois os médicos também não solicitaram exames) ela sofrei 6 abortos, mas agora também tem uma filha linda, a Rebecca. Mas agora a Manela vem ai e aproveita bastante, é muito bom ser mãe. A minha filha também veio no susto, porém no meio de um tratamento de endometriose e hormonal, sem contar que havia recém me formado e apenas 25 anos, o choque foi grande e o risco de perdê-la era grande também, fiquei os primeiros três meses em alerta, mas minha GO era ótima e sempre me deu apoio e estava disponível. Hoje a Maria é minha razão de viver.
Desculpa o comentário longo, rsrsrs. Mas desejo tudo de Melhor para vocês.

Bjos

Grazi disse...

Oi Marcela!
Muito sério isso, mas sempre é bom pedirmos uma segunda opinião, pois tem os bons e os maus profissionais no mercado.
Que Deus console seu coração pela perda, mas nada acontece sem a permissão de Deus, e tudo coopera para o bem daqueles que o temem. Que Deus abençoe e de muita saúde para você e sua filha!! Que encha sua casa de alegria :)
Tenha uma abençoada semana!!!
Beijão

construindominhacasaclean.com

PVzinha disse...

Olá! Vim conhecer teu blog e te acompanhar...
Li toda a sua história e concordo plenamente com você.
Tem profissionais que nem deveriam ter nascido, né?!
Graças a Deus, você encontrou uma boa médica, investigou sua saúde e descobriu o que podia atrapalhar.
Deus é fiel e já restituiu a tua benção!
Beijos

http://projetonossobebe.blogspot.com.br/

Lu disse...

Nossa Marcela, que situação difícil.
Só Deus e com muito apoio para passar por uma situação assim.
E que médica (se é que pode ser chamada de médica) horrivel!

Linda a escolha do nome ♡
Bjos

Natalye Gembatiuk disse...

Nossa Marcela, nem sei o que comentar. Que período terrível que você passou. Estou pensando em engravidar e com eventos marcados, tenho muito medo, muito receio, mas me apego que se Deus quiser vai dar tudo certo. Bem que eu achava que você tinha sumido, não via mais postagens sobre os casamentos, mas que bom que agora tudo mudou e você está pronta para um recomeço. Que a Manuela venha com muita saúde.

Beijos

mom 20xx disse...

Marcela,
Acabei de fazer alguns exames de trombofilia... E descobri que tenho mutação MTHFR homozigoto na A129C... Você sabe algo sobre isso?

Qual o seu fator de coagulação? =/

mom
aguardandodestino.blogpost.com